Postado por Calvino Brasil em 5 de dezembro de 2011
Em 2007, Jobs e Gates fizeram previsões para os aparelhos do futuro
Na época, os dois rivais que dominaram a indústria de computadores descrevem o que imaginaram para os PCs e tablets em 2012.
Numa entrevista descontraída gravada em 2007, o criador da Apple, Steve Jobs, e o responsável pela fundação da Microsoft, Bill Gates, arriscaram como seriam os aparelhos daqui a 5 anos, ou seja, em 2012. Será que eles acertaram?
“Eu acredito no fator de forma do tablet. Acho que usaremos voz, que teremos tinta. Acho que você vai ter um teclado físico, um aparelho que caberá no seu bolso, com todas as funções que ele deve apresentar: computador de navegação, mídia, telefone. A tecnologia está nos permitindo acrescentar mais coisas, mas temos que ajustá-las para as pessoas saberem o que esperar”, afirma Gates.
“Eu acho que o PC vai continuar. Essa máquina para fins gerais continuará entre nós e se transformará conosco, seja um tablet, ou um notebook, ou um grande desktop curvo que você vai ter em casa, ou seja lá o que for. Mas há uma explosão que está começando a acontecer com os chamados aparelhos pós-PC, certo? Você pode considerar o iPod como sendo um deles. Acho que essa categoria de aparelhos vai continuar inovadora e que vamos ver muitos desses aparelhos”, apontou Jobs.
Steve Jobs contou também como surgiu a ideia do Google Maps para o iPhone. “Eu adoro o Google Maps. Quando estávamos fazendo o iPhone, pensamos: ‘Não seria incrível ter mapas no iPhone?’. Então, ligamos para a Google e eles tinham criado alguns aplicativos para alguns telefones. E desenvolvemos um aplicativo – já que somos bons em desenvolver aplicativos – que impressiona qualquer cliente do Google Maps. É o mesmo conjunto de dados que vem do servidor, mas a experiência de usá-lo é inacreditável. É muito melhor que o computador. E é totalmente diferente do que aquilo que eles colocavam nos telefones antes. Esse aplicativo cliente é o resultado de muita tecnologia investida”, conta Jobs.
Lançado há 20 dias no mercado brasileiro, o novo iPad da Apple já é peça rara nos estoques das lojas autorizada a vender o produto no Brasil, nem mesmo as vendas online escaparam da escassez do equipamento. O sucesso do iPad2 só é uma notícia ruim para aqueles consumidores que ainda não conseguiram garantir o seu, prinicipalmente porque os comerciantes dizem não sabem quando o produto voltará às prateleiras.
De acordo com um funcionário de um a loja em Saõa Paulo, quase 90% do estoque de iPad 2 foi esgotado no primeiro dia de vendas. Para quem não faz questão da nova versão, a boa notícia é que ainda é possível encontrar nas lojas é o primeiro modelo do iPad, com o valor de 1.999 reais.
O único lugar que que é possível encontrar o iPad2 é na loja Apple Store do Brasil, presente nos princiapsi shoppings do País, porém, os prazos de entrega podem variar de 1 a 3 semanas. No Brasil, a versão mais barata do tablet (16 GB e sem 3G) custa R$ 1.649 e a mais cara (64 GB com 3G), R$ 2.599.
À meia-noite mais de cem pessoas foram ao único ponto de venda no país.
Primeiro da fila esperou nove horas para comprar o seu tablet.
Carlos Giffoni Do G1, em São Paulo
O estudante Pedro Wilson foi o primeiro a comprar
o iPad 2 no Brasil (Foto: Carlos Giffoni/G1)
Foi com todo o clima de mistério a que a Apple está acostumada que o iPad 2 começou a ser vendido no Brasil na virada desta sexta-feira (27), em São Paulo. Às 22h, os “applemaníacos” que aguardavam foram afastados do local das vendas para que o estande fosse montado em absoluto sigilo. Tapumes bloqueavam a visão do público no local.
Apenas à meia-noite, as cerca de 300 pessoas que compareceram ao evento, num shopping da Zona Oeste da capital paulista, puderam conferir o espaço montado para o lançamento. As vendas começaram no horário programado.
O estudante universitário Pedro Wilson, de 20 anos, foi o primeiro brasileiro a comprar o iPad2. Ele veio de Santos, acompanhado da irmã, e chegou ao Shopping Iguatemi às 15h. “Não quis comprar o primeiro modelo porque ia esperar a segunda geração”. Ele escolheu uma versão com 32 GB, sem 3G. O produto custa R$ 1,8 mil, ou R$ 150 mais caro que a versão básica, com 16 GB. Após nove horas de espera, ele diz que valeu a pena.
Logo atrás dele estava o bancário André Furquim, 26, que foi um dos primeiros brasileiros a adquirir o iPad, em 2010. O paulistano chegou ao local às 17h. “Achei que ia ser o primeiro da fila de novo [o lançamento do iPad foi realizado em várias representantes da Apple]. Da outra vez, cheguei no mesmo horário e não tinha ninguém. Mas valeu a pena, a Apple é um sonho de consumo”.
André conta que ficou apenas um mês com o aparelho: “Quando soube que ia sair uma versão mais completa, troquei o tablet por uma televisão”. A versão escolhida por André é o de 64 GB, com 3G, o mais “turbinado” da série, que custa cerca de R$ 2,6 mil. “A Apple está próxima à perfeição”, diz.
O estudante Fernando Furquim chegou 15 minutos depois de André. O iPad 2 é o seu primeiro tablet, mas ele confessa ser um “applemaníaco”. Fernando também adquiriu a versão mais completa e parcelou o tablet em dez vezes no cartão de crédito para não ficar de fora: “Baixo muitas músicas, assisto vídeos e uso a internet. O computador agora vai ficar parado em casa”.
Celebridades compareceram ao lançamento do
iPad 2 no Brasil e brincaram com o produto
(Foto: Carlos Giffoni/G1)
Celebridades
Algumas celebridades compareceram ao lançamento do iPad 2. Entre elas estava a roqueira Pitty. “A paixão que alguém tem pela tecnologia é a mesma que alguém tem por uma banda de rock. É puro amor”, disse a cantora.
Ao lado dela estavam o cantor Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, Paula Lima e Marina Person: “Não tenho muita facilidade com tecnologia, mas sei usar o que preciso”, disse a apresentadora. “Durante viagens, acesso muito o email pelo iPhone.”
Evento
Diferente dos outros lançamentos da Apple, apenas um evento no país começou a vender o iPad 2 a partir da meia-noite. Os consumidores de outros estados poderão adquirir o aparelho durante a madrugada por meio de lojas virtuais, como a da própria Apple.
Nesta sexta, a partir do horário de abertura das lojas, todas as revendas da Apple em São Paulo e em outras cidades também começarão a comercializar o iPad 2, como Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Caxias do Sul (RS), Florianópolis, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Alphaville e Recife.
O novo aparelho da Apple vem equipado com um novo processador, chamado de A5, com dois núcleos, além de câmeras traseira e frontal, para realização de videoconferência.
Mercadante: Samsung, Positivo e MXT saem na frente para produzir tablets com incentivos
De acordo com o ministro da Ciência e Tecnologia, empresas já estão aptas à fabricação local seguindo as normas da Lei do Bem. Indústria espera começar a fabricar tablets na segunda quinzena de junho
Mercadante: tablets irão reduzir déficit da balança comercial da informática
Três das 12 companhias interessadas em produzir tablets no Brasil com incentivos fiscais estão bem perto de começar a jornada. São elas: Samsung, Positivo e MXT. A informação é de Aloizio Mercadante, ministro da Ciência e Tecnologia.
Em entrevista a Época NEGÓCIOS, o ministro informou que assinou nesta quarta-feira (25/05) um documento liberando as três empresas para dar início à produção local destes equipamentos. A avaliação ocorreu com base nas exigências da Lei do Bem, na qual os fabricantes terão de usar, inicialmente, 20% de componentes fabricados no Brasil. “O próximo passo será a assinatura do Ministério da Fazenda que deve ocorrer em poucos dias”, afirma Mercadante.
Para a fabricação efetiva, além da assinatura do ministro Guido Mantega, as empresas deverão esperar a formalização do Processo Produtivo Básico (PPB). Este documento estabelece parâmetros para a fabricação dos tablets e seus acessórios e determina um porcentual mínimo de componentes nacionais que devem ser usados no processo produtivo. Até 2014, de acordo com o ministro, a ideia é que o conteúdo local na fabricação seja aumentado para 80%, para que o país aposte também na produção de componentes semicondutores (chip, transistor e LED). Depois dessa assinatura, as empresas que seguirem tais exigências poderão usufruir da Medida Provisória (MP) de número 534 – que reduz de 9,25% para zero a alíquota de PIS/COFINS sobre os tablets -, publicada na última segunda-feira no Diário Oficial. A medida reduzirá o preço final em 31%. Para Mercadante, o PPB está na fase de “ajustes” e deve ser concluído “o mais breve possível”. “Estamos trabalhando com muita velocidade.”
Representantes da indústria também apostam na agilidade do processo e estimam que o documento será assinado em 15 dias. “Esperamos começar a fabricar tablets utilizando os benefícios fiscais a partir da segunda quinzena de junho”, afirma Benjamin Sicsú, vice-presidente de novos negócios da Samsung. O executivo esclarece, que para se enquadrar nesta medida, a companhia irá lançar produtos com telas de oito e dez polegadas, porém, sem a função “celular”, como oferece hoje o Galaxy Tab.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Positivo informou que deve começar a fabricar tablets no segundo semestre. A empresa MXT não retornou as ligações da reportagem.
A agilidade para o início da produção de tablets no Brasil tem suas razões. De acordo com o ministro, a fabricação destes dispositivos em território nacional poderá reduzir o déficit da balança comercial de informática que hoje chega a US$ 18 bilhões. Sem contar a geração de empregos que essa indústria deve criar, já que haverá a substituição das importações de equipamentos. No entanto, a grande aposta do governo em tablets “made in Brazil” está na inclusão digital, colocando o dispositivo em escolas públicas. “Taiwan não tem mais livro didático. Lá é possível encontrar um tablet por aluno”, diz. “Pensando só nesta questão temos uma grande demanda, de 69 milhões de alunos.”
Para colocar os dispositivos em sala de aula, o ministro afirmou que a redução de preços irá ajudar na empreitada. E para isso vale a máxima da economia de que para obter preços mais baixos só aumentando o ganho de escala. “Além dos incentivos, os fabricantes poderão oferecer seu produto para um país que hoje é o terceiro maior mercado mundial de computadores”, diz o ministro. “A Copa e a Olimpíada deverão estimular ainda mais esse mercado, sem contar o programa de banda larga do governo”.
O objetivo do governo é transformar a indústria de eletroeletrônicos atual como Juscelino Kubitschek fez com a indústria automobilística nos anos 50. “No plano de metas, JK deu um empurrão e as montadoras trouxeram o resto”, diz Mercadante.
Para chegar a esse resultado, o ministro da Ciência e Tecnologia afirmou que o ideal é fazer com que as empresas nacionais dominem a tecnologia para a fabricação de componentes semicondutores e de displays. Segundo ele, 20 países possuem a tecnologia de fabricação de semicondutores e apenas quatro detém a maneira de fazer telas. “É um mercado que o Brasil pode conquistar. Estamos investindo para isso.”
Os dois tablets da Sony funcionam com o sistema Android 3.0 do Google Foto: Reuters
O Diário Oficial da União publicou nesta segunda-feira a medida provisória que inclui os computadores portáteis do tipo prancheta, conhecidos como tablets, na mesma categoria dos computadores convencionais e notebooks. A medida desonera o produto da incidência do PIS/Cofins.
Com isso, o preço dos tablets produzidos no Brasil poderá ficar mais baixo na comparação com o similar importado. A regulamentação era aguardada pela iniciativa privada para a produção dos equipamentos no Brasil.
A MP publicada nesta segunda-feira, 23, altera o Artigo 28 da Lei 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como Lei do Bem, por consolidar incentivos fiscais às empresas que promovem pesquisa e desenvolvimento tecnológicos.
A MP determina também que nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadista e pelo varejista, referentes à venda desses produtos, deverá constar a expressão “produto fabricado conforme processo produtivo básico”. De acordo com o governo, o próximo passo será a publicação de uma portaria incluindo os tablets no Processo Produtivo Básico, o que possibilitará a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Órgão emitiu homologação para versão wi-fi e com conexão 3G.
Apple ainda não divulgou data de chegada de aparelho ao país.
Brasil já pode receber iPad 2, à venda nos EUA desde 11 de março (Foto: Reprodução/BBC)
A Anatel homologou nesta quinta-feira (31) o iPad 2, nas versões wi-fi e wi-fi mais 3G. Com a homologação, a Apple e as operadoras brasileiras de telefonia celular estão autorizadas a vender o tablet no Brasil. Confira o certificado da versão wi-fi e o documento autorizando a venda da versão com conexão à rede via telefonia celular 3G.
A Apple não divulgou ainda a data de início das vendas da nova versão do tablet da Apple, que chegou ao mercado americano em 11 de março. O primeiro modelo do iPad começou a ser vendido no Brasil apenas em dezembro, 8 meses após o lançamento nos Estados Unidos.
O maior obstáculo à chegada do aparelho ao país não é a autorização da Anatel, que no caso do primeiro iPad, foi feita cerca de 2 meses antes do início das vendas. A Apple tem enfrentado problemas para suprir a demanda pelo tablet: diversos consumidores encontraram prateleiras vazias nos dias após o lançamento oficial nos EUA. Ainda assim, a empresa manteve os planos iniciais de levar o iPad 2 para mais 24 países em lançamento simultâneo na última sexta-feira, dia 25.
O lançamento do iPad, em abril de 2010, fez ressurgir o mercado de computadores em formato de tablet, criado – com pouco sucesso – pela Microsoft no início do século. A primeira versão do iPad teve 15 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, gerando lucro de US$ 9,5 bilhões de dólares para a Apple.
Entre o segundo semestre de 2010 e o início de 2011 o mercado acompanhou o surgimento de dezenas de novos aparelhos no mesmo formato, todos em busca de um pedaço de um mercado que, segundo análise do banco J.P. Morgan, deve atingir US$ 25 bilhões em 2011.
iPhone 4 “some” das lojas e bomba
vendas de concorrente asiático
Sumiço dos dois aparelhos provocou criação de listas de espera em lojas e operadoras
Luiz Augusto Siqueira, do R7
Imagem: Arte/R7
A falta do iPhone 4, da Apple, em lojas de operadoras em todo o país, a partir do final do ano passado, fez aumentar a procura pelo Galaxy S, fazendo com que até o aparelho da Samsung venha sumindo também, de tempos em tempos das prateleiras.
O sucesso dos dois aparelhos provocou um festival de listas de espera, tanto nas operadoras como nas lojas. No caso do iPhone, essa prática já vinha acontecendo nas versões anteriores, mas na do 4 a filas estão maiores e levam mais tempo para zerar.
Quem confirma os sumiços ocasionais do Galaxy S por causa do iPhone é o vendedor de uma loja da Vivo de um shopping da zona oeste de São Paulo que prefere o anonimato.
Flávio [nome fictício] explica que, desde o final do ano passado, como sua loja tem recebido poucos aparelhos da Apple, conta com listas de espera, uma para o iPhone (com 20 pessoas), outra para o Galaxy S, (com cinco).
- Os iPhones estão chegando de três em três meses e, mesmo assim, nesta semana, recebemos apenas três aparelhos em comparação com os da Samsung, que chegam a cada 20 dias e em quantidades bem maiores.
O gerente de dados André Vicentin foi um dos que desistiram das filas. Depois de esperar por dois meses em uma lista do iPhone 4, Vicentin, que não se diz “um fã da Apple, mas de tecnologia”, pensou em comprar um iPhone 3G ou um 3GS, mas acabou levando mesmo um Galaxy Tab, prancheta eletrônica da Samsung.
- Achei mais vantajoso comprá-lo porque é dois produtos em um: é um tablet e um celular cheio de recursos ao mesmo tempo.
Até quem não queria um iPhone 4 teve dificuldade para comprar o smartphone da Samsung. O analista de suporte Vinicius Costa foi um deles. Em outubro do ano passado, Costa decidiu adquirir um Galaxy S, mas, como até o final de dezembro não teve resposta de nenhuma das várias lojas da Tim e da Claro em que tentou comprar o aparelho, resolveu apelar para a internet.
- Fiquei muito frustrado de gastar o maior tempo e de ouvir os vendedores dizendo que ia chegar e não chegava nunca, que acabei entrando no [site de compras] Mercado Livre.
Uma semana depois, ele encontrou o dono do aparelho e comprou o Galaxy S por R$ 1.350 à vista, cerca de 38% mais barato do que na Fnac e no Submarino, onde custava, na época, R$ 2.200. Hoje é um feliz proprietário do aparelho.
iPhone 4 deixou de ser presente de Natal para muita gente
Desde o Natal, quando os interessados no iPhone 4 perguntam aos vendedores por que está tão difícil comprar um, geralmente o que ouvem deles, seja de qual operadora for, é que “o Brasil não é um país prioritário para a Apple”.
Embora o vice-presidente operacional da companhia, Tim Cook – que está substituindo Steve Jobs, de licença médica – tenha dito recentemente, num encontro com analistas de mercado, que esse sumiço nas prateleiras esteja acontecendo em alguns países, indícios sugerem outros motivos.
De acordo com as operadoras, a Apple distribui, em média, 200 unidades a cada duas semanas. No entanto, fontes ligadas à Apple no país afirmaram que o desabastecimento do mercado latino-americano vem acontecendo porque, desde dezembro de 2010, os estoques dos aparelhos, que são produzidos na China, têm sido direcionados à operadora americana Verizon.
Segundo Luciano Crippa,coordenador de pesquisas para produtos de consumo da empresa de análise de mercado IDC (International Data Corporation), “não dá para culpar nenhum vilão, muito menos eleger mocinhos”. Crippa explica que a entrega de lotes pequenos às operadoras ”pode fazer parte de uma dificuldade de produção ou de uma estratégia para segurar a demanda, controlando a distribuição para apresentar um crescimento financeiro saudável no médio e longo prazos”. Outra explicação é de que, como a Apple não consegue atender à demanda em todo o mundo, acaba concentrando as vendas em vários países da Europa.
Por causa de toda essa demanda reprimida – quando muita gente quer algo que é raro no mercado - a procura por um aparelho com um sistema operacional alternativo ao da Apple, o Android, tenha se tornado uma opção natural. O coordenador da IDC explica que soube de muita gente que desistiu do iPhone e encarou o Galaxy S como a segunda opção.
- Quem quer um smartphone, a menos que seja um fã da Apple, vai trocar por um parecido. Existe uma tendência de partir para o Android, que oferece uma experiência igual.
Aparelhos movidos a Android viraram alternativa mais acessível
Segundo Hamilton Yoshida, diretor de marketing para a área de Telecom e de TI (Tecologia da Informação) da Samsung, as vendas do Galaxy S “superaram bastante as expectativas, foram mais positivas do que a empresa tinha imaginado”. Embora a companhia não comente números em relação à concorrência, Yoshida diz que a Samsung tem entregado novos lotes semanalmente para todas as operadoras.
- Depende da estratégia de distribuição de cada uma delas, decidir para que região vai mandar mais aparelhos. Um dos motivos é que a procura por aparelhos com [o sistema operacional] Android cresceu mais do que o dobro do ano passado para cá. Apesar de fabricarmos o aparelho 100% no Brasil, com certeza vai ter aqui, acolá, uma área de buraco de abastecimento.
O executivo da Samsung acrescentou que, além de o sistema operacional Android estar em primeiro lugar no mundo, o Galaxy S tem alguns recursos que o iPhone 4 não oferece, como TV digital, um tocador e gravador de vídeos em alta definição, o teclado swype (deslizante) e a possibilidade de transformar o aparelho em um roteador para até três outros computadores – coisa que o iPhone também faz. Segundo Yoshida, de julho de 2010 até o final do ano passado, a empresa vendeu 10 milhões de unidades do aparelho em todo o mundo – o Brasil é o quinto maior mercado da empresa.
Por vender as duas marcas, as operadoras de telefonia não comentam as vendas, muito menos a dificuldade do consumidor em conseguir esse ou aquele aparelho. Em comunicado, a Claro informou que “em algumas lojas onde o iPhone 4 esgotou, será reabastecido”. A operadora acrescentou que o cliente que não encontrar o aparelho em alguma delas “poderá colocar seu nome na lista de espera e será contatado com prioridade”.
Segredo é entrar em listas de lojas nas quais usuário é conhecido
O comunicado da Oi, por sua vez, não foi muito diferente. Em nota, a empresa informa que, devido à grande procura pelo iPhone 4 e pelo Samsung Galaxy S, os estoques de algumas lojas já se esgotaram e que “estão sendo feitas novas distribuições de aparelhos para atender à demanda”.
Já a Tim comentou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os estoques do iPhone 4 “se esgotaram rapidamente em vários países” e que a empresa “já repassou novos pedidos ao fabricante, que deve retomar um maior volume de entregas do modelo”. A companhia acrescentou que já está reabastecendo suas principais lojas de acordo com a disponibilidade do produto. Até o fechamento dessa reportagem, a Vivo não havia comentado nada.
Aos fãs do iPhone 4 ou do Galaxy S só resta entrar no maior número de listas de espera que conseguirem. Depois de conversar com vários vendedores de várias lojas, que não quiseram se identificar, o R7 arrancou uma dica de todos eles: clientes assíduos, conhecidos por eles, sempre têm preferência do que aqueles que apenas passaram por ali para tentar comprar o aparelho. Por isso, o segredo é entrar em listas de lojas nas quais os vendedores o conheçam.
Em 2010, foram vendidos 4,8 milhões de smartphones no Brasil, um crescimento de 220% em relação a 2009.
Steve Jobs surpreende, sobe ao palco e anuncia iPad 2
Steve Jobs, muito magro, subiu ao palco sob aplausos do público
Foto: Reprodução/ Texto: tecnologia.terra.com.br
Afastado da Apple para tratar da saúde, Steve Jobs surpreendeu ao subir no palco na tarde desta quarta-feira no evento de anúncio do iPad 2. A presença do executivo era dúvida. Ovacionado ao chegar ao palco, afirmou: “Hoje nós vamos anunciar algo sensacional”. “Nós tivemos um primeiro ano excepcional e gostaríamos de seguir nesta linha. E 2011? 2011 será o ano do iPad 2″, profetizou. E comandou o show de apresentação do novo iPad, mais leve, mais fino e mais potente.
Pesando 590 g, o iPad 2 é 33% mais fino que o iPad 1 e mais fino que o iPhone 4, disse Jobs – sendo novamente bastante aplaudido. Ele virá nas versões preto e branco, lançadas simultaneamente. Os preços continuam os mesmos, com o modelo mais básico por US$ 499. Haverá modelos de 16GB, 32GB e 64GB com ou sem 3G. As vendas começam, nos Estados Unidos, no dia 11 de março e em outros 26 países – entre os quais não está o Brasil – no dia 25 de março.
Falando sobre as características do aparelho, Jobs disse que ele é dramaticamente mais rápido que o primeiro. “Vem com o novo chip A5 da Apple, processador dual-core e CPU duas vezes mais rápida. A performance de gráficos será nove vezes melhor”, disse Jobs.”Eu acredito que este será o primeiro tablet dual-core”, acrescentou. E já que o iPad 2 vem com câmeras, ganhou um novo software, o “Photo Booth”. “O iPad2 é tão rápido que você pode usar nove videostreams ao mesmo tempo”, disse Jobs. O Face Time também poderá ser usado entre dois iPads, entre iPad e iPhone, iPad e iPod e entre iPad e Mac.
Jobs falou sobre os acessórios do iPad 2 – que não vêm com o aparelho. Cabo de saída de vídeo HDMI, outro cabo de saída HDMI espelhado (mirrored) com definição de 1080p. O iPad 2 ganha também o que Jobs chamou de “smart cover” – uma capa magnética opcional de poliuretano que além de cobrir o aparelho, pode ser ‘dobrada’ para trás e usada como um apoio para o tablet, com preço de US$ 39. Um case de couro vai custar US$ 69. Continue Lendo iPad 2 é muito mais rápido, declarou Steve Jobs …
Conheça os tablets que devem concorrer com nova versão do iPad
Apple vai apresentar novo modelo de computador portátil nesta quarta.
Nas lojas desde abril de 2010, 1ª versão mudou mercado de tecnologia.
Lançamento do iPad na Europa: 15 milhões de unidades vendidas no mundo (Foto: Reuters)
Ele nem comemorou um ano de existência, mas já está prestes a se aposentar como um dos aparelhos de maior sucesso da história recente da tecnologia de consumo. O iPad, da Apple, deve ganhar nesta quarta-feira (2) uma nova versão, depois de 11 meses e mais de 15 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.
O maior elogio à Apple, no entanto, é o surgimento de dezenas de novos aparelhos no mesmo formato, todos em busca de um pedaço de um mercado que, segundo análise do banco J.P. Morgan, deve atingir US$ 25 bilhões em 2011.
Da CES, em Las Vegas, ao Mobile World Congress, em Barcelona, as principais feiras de tecnologia do ano foram palco de inúmeras apresentações de novos tablets. O G1, que acompanhou os dois eventos, selecionou os aparelhos que se apresentam, desde já, como concorrentes do novo produto da Apple. Confira as características destes modelos:
Postado por Calvino Brasil em 23 de fevereiro de 2011
Bloco Tecnologia
Apple apresentará novo iPad em 2 de março, diz jornal
Rumores apontam que nova versão do tablet deve chegar ainda no primeiro semestre Foto: AFP
O esperado sucessor do tablete da Apple, já conhecido como iPad 2, será lançado no dia 2 de março em San Francisco, informou nesta terça-feira o blog BoomTown do jornal The Wall Street Journal.
A apresentação do iPad 2 acontecerá praticamente 13 meses depois que a Apple lançou o modelo anterior e revolucionou o setor tecnológico. Foram vendidos mais de 15 milhões de iPads no mundo todo. A popularização foi tão grande, que as outras empresas começaram uma corrida tecnológica para criar dispositivos cada vez mais parecidos com o da Apple, tais como o Galaxy Tab da Samsung ou o novo Xoom da Motorola.
Segundo os rumores que circulam pela internet, o iPad 2 será mais fino e mais rápido que seu antecessor, com melhor resolução da tela e câmara de vídeo frontal para permitir videoconferências